terça-feira, 25 de junho de 2013

Sobra a tal da festa junina - Parte 2

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Reprodução do Devocional: "Um pouco de Luz"

Autor: Alceu Figueredo


As crianças, ensinadas por seus pais ou pelas catequistas, acreditam que tais festividades são tiradas da Bíblia com os acréscimos mitológicos. Conta-se, inclusive, que a fogueira e o mastro da festa junina fazem parte de um diálogo que Isabel e Maria (mãe de Jesus) tiveram acerca do nascimento de João Batista; quando combinaram que através de uma fogueira e um mastro com um boneco Maria saberia quando do nascimento de João Batista. 


E assim, avisada, Maria foi visitar Isabel e o pequeno João. Além de pura fantasia, a prática da mentira não pode agradar a Deus. A música caipira, as quadrilhas, comidas e bebidas típicas, são em homenagem a três “santos”: “santo Antônio, são João e são Pedro”.

Como vimos, as bases das festas juninas estão fincadas nas práticas das festividades pagãs, onde os pagãos na mesma data ofereciam seus louvores e suas festas em honra daqueles deuses. Eram as festas pelas colheitas. A festa junina usurpou isto dos gentios, apenas com o detalhe de transvestir tais festas com roupagem cristã. 

Neste período de festas juninas muitas religiões se juntam para manifestar sua fé junto as comemorações católicas. O Candomblé, por exemplo, homenageia os orixás de sua linha, misturando suas práticas com o ritual e “santos” católicos.

Assim, durante o mês de Junho as festas romanas ganham um cunho profano com muito samba de roda e barracas padronizadas que servem bebidas alcoólicas e comidas variadas. Paralelamente, as bandas de axé music se espalham pelas ruas das cidades baianas durante os festejos juninos. 

Quando Deus introduziu o povo de Israel na terra prometida advertiu-os severamente para que não usassem dos costumes das gentes: “Quando entrares na terra que Jeová teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos” (Dt 18:9). Independentemente das intenções, fossem boas ou não, o plágio fora terminantemente proibido por Deus.

É obvio que nenhum crente participa dessas festas com o objetivo de participar da idolatra, pois tal procedimento, por si só, é condenado por Deus! Mas as festas juninas têm um caráter religioso que desagrada a Deus.

Este procedimento de “oferecer comida aos santos” é muito parecido aos despachos espíritas nos cemitérios e encruzilhadas, ou, ao costume budista xintoísta idólatra, de oferecer comida às “divindades e aos antepassados”. Talvez a diferença seja o local da festa somente. 

As comidas oferecidas nas festas juninas, por vezes são “bentas”, e oferecidas ao “santo” que nada mais é do que um ídolo, pois a ele se fazem orações, carregam sua imagem em procissões, beijam-na, prostram-se diante dela, etc.

Entretanto, a Bíblia diz: “Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (Atos 15:29; I Co 10:21). Então, como separar o folclore da religião se ambas estão intrinsecamente ligadas?

Se Deus rejeitou as festas de Israel que eram dedicadas somente a Ele (Amós 5:21-23), mas que haviam sido mescladas com elementos dos cultos pagãos dos países vizinhos, não rejeitaria com mais veemência ainda, as ditas “festas cristãs” dedicadas aos “santos”? 

Elias desafiou o povo de Israel a escolher entre Jeová, o verdadeiro Deus; e Baal, o supremo deus dos Cananeus: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se Jeová é Deus, segui-O; e, se Baal, segui-o. (I Re 18:21).

1 comentários:

Ana Jardineira disse...

Nossa, ninguém precisa comemorar festa junina pensando em agradar santo, preto velho, orixá ou ancestral, é um costume puramente cultural, aqui no Nordeste tem até feriado para essa data, é simplesmente uma época em que as pessoas ouvem música regional, dançam quadrilha e comem milho assado na brasa da fogueira, é simplesmente diversão, não precisa de cunho religioso, não tem gente nas Igrejas no são joão (nome simplesmente cultural, ao qual me afeiçoei por ser comumente usado até por não católicos) como tem na páscoa e no Natal.

É uma festa em que a gente ri à toa, como o Carnaval. E sim, eu sei qual a origem do carnaval, mas nunca conheci ninguém que usasse esse famoso feriado em honra a Dionísio. E não esqueça da Festa dos Purim, que os judeus comemoravam como um "Ano Novo" e para isso tinha até a lenda da Rainha Ester, que conhecemos muito bem. O que quero dizer é que não era uma festa ordenada por Deus mas nunca foi criticada por Ele, porque os judeus comemoravam por simples costume, não era uma ofensa ao Pai que os judeus dançassem e se alegrassem, era só um costume judaico.

Com essa festa é o mesmo, não acho que o Senhor desaprove, pois ele mesmo dançou e bebeu vinho numa certa festa de Bodas.

Desnecessário? Talvez. Mas não por isso proibido, pra mim dizer o contrário é como dizer q não pode ouvir "musica do mundo"

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