terça-feira, 20 de novembro de 2012

Quanto menos homem, melhor!

1 comentários

O culto é um momento de louvor a Deus, mas tem pregador que se esforça para transformá-lo num verdadeiro show.

Se o culto fosse um show, com certeza a entrada seria gratuita, o ator principal seria Deus (Lucas 4:8), e o homem estaria reduzido ao seu insignificante papel de mero ator coadjuvante (1° Coríntios 3:9)... Ao menos, penso que deveria ser assim a ordem das coisas.  

Mas o culto não é um show, não há espaços para “improvisos” ou inovações, ainda que feitos sob o pretexto de revelação divina (Gálatas 1:8).

Alguns pregadores tomados pela soberba e vaidade esquecem ou ignoram o fato de que a sua sabedoria provêm de Deus e é limitada, eles querem ser famosos, ver a igreja lotada, quanto mais gente melhor, esquecem se do que disse “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mateus 18:20).

Os cultos conduzidos na forma de shows funcionam exatamente com um em show qualquer, tem hora para começar e terminar, roteiro definido e findado o espetáculo as cortinas se abaixam, as luzes se apagam e as pessoas voltam para a casa com a sensação de que tiveram momentos de descontração e diversão, já os verdadeiros cultos de adoração a Deus transformam o pecador  (2° Coríntios 5:17; 1° Pedro 5:10) e deixa sinais visíveis a todos os homens (Mateus 5:13-16).

Os cultos do tipo show muitas vezes não passam de opções de entretenimento para alguns fiéis, alguns estão ali apenas para ver a banda tocar, outros para simplesmente para ouvir a voz da cantora ou o do cantor e outros somente para participar do movimento. 

E é aí que mora o perigo, quando o show não agrada, o publico “vaia”.

Oras bolas se o culto é para louvar a Deus ele não tem que ser agradável a ti meu irmão e minha irmã, mas tem que ser agradável a Deus, o único digno de todo louvor e glória (Salmos 24:10; 1° Coríntios 2:8), por isso, cante, toque e adore com alegria, porém, em espirito e verdade.

Não importa a grandiosidade, o tamanho da igreja e o número de participantes num culto, Deus se agrada das pequenas coisas feitas com sinceridade (Marcos 12:42-44).

Enfim, quanto mais adoração e menos show, melhor... Quanto mais Deus e menos homem, melhor!

1 comentários:

Regina Farias disse...

Uma vez num 'bate papo' de blog um denominacional convicto saiu com uma de suas pérolas carregadas de vaidade, alegando o grande número de fiéis de 'sua' igreja (instituição religiosa) como sendo o número equivalente a 'convertidos' e 'salvos'. Como se o fato de ser membro de lá já conferisse tais prerrogativas. Eu chamo isso não apenas de tolice ou soberba espiritual, mas de heresia.
Quanto a culto coletivo, tudo bem, que se faça. Sem alarde nem gritaria coletiva.
Mas é no culto das 24 horas do dia que demonstramos adoração...

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