terça-feira, 22 de novembro de 2011

Cristão Sem Fronteiras

14 comentários
Neste final de semana um irmão bastante querido me questionou se enfrentei algum tipo de choque cultural devido minha migração da Congregação Cristã no Brasil (CCB) para a Igreja Batista (IB).

O meu desligamento da CCB ocorreu em várias etapas, visitei algumas denominações antes de me estabelecer na Igreja Batista, são elas: Igreja Metodista, Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), Igreja Presbiteriana Independente (IPI) e Igreja Batista.

Em todas essas denominações fui maravilhosamente e respeitosamente recebido como um verdadeiro integrante da família de Jesus Cristo na terra, tanto nas vezes que entrei como anônimo quanto nas vezes que me identifiquei como sendo membro da CCB, e em todas essas igrejas o Senhor falou com minha alma, acabando com o meu próprio preconceito de que Deus só falava na boca dos ministros da CCB e que as demais igrejas eram seitas humanas que com portas largas conduzem o crente a perdição.

Inicialmente eu comecei a frequentar os cultos noturnos de uma Igreja Metodista, enquanto que nos domingos de manhã eu atuava como auxiliar de jovens e menores na CCB.

Talvez por ser a primeira a ser visitada, na metodista tive algumas resistências, os principais choques foram à presença de um crucifixo, que compõe a logomarca da instituição, o estilo musical adotado por aquela congregação e o momento especifico das ofertas, que são feitas publicamente.

Sobre a cruz, recordei-me de algo que certa vez o irmão Daniel escreveu: “a cruz sem Jesus simboliza que o Cordeiro triunfou sobre a morte”, para uns a cruz é símbolo de maldição, para outros ela serve para que jamais nos esqueçamos de que Jesus teve uma morte terrível sobre ela para que nós fossemos redimidos... Assim, perdi o medo da cruz.

Foram quase dois anos participando dos cultos da CCB e também de outras denominações ao mesmo tempo, visitei a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) da qual gostei bastante por não haver grandes diferenças no estilo musical e por ser uma igreja missionária, mas não apreciei muito o formalismo litúrgico, que é similar ao de uma missa católica, onde o ministro profere algumas palavras e a membresia faz a réplica.

Visitei também a Igreja Presbiteriana Independente, que não tem a mesma formalidade que a IPB, tem mesmo estilo musical da CCB, mas ali simplesmente senti que não era o meu lugar.

Por fim, acabei visitando uma Igreja Batista, ali me senti em casa, me senti acolhido, o estilo musical me agradava, utilizam o hinário Cantor Cristão, que tem a maioria dos hinos da CCB, porém, com as letras utilizadas pela maioria das igrejas protestantes, utilizam também as canções atuais, o ambiente é pacifico, me agrada a importância que dão ao sustento das obras missionárias, a forma transparente com que fazem a gestão das finanças e o ensino bíblico, além de que, o dizimo é feito em envelopes, com a possibilidade de indicar o destino do dinheiro.

De certa forma, não houve grande choque cultural, pois, o que me levou a deixar a CCB foi deixar de acreditar em algumas coisas da forma como eles ensinam, então, quando cheguei a Igreja Batista eu já tinha a fé bem alinhada com a dos batistas, que é bem comum a maioria das igrejas evangélicas.

Uma coisa que me surpreendeu, foi ver que apesar da CCB não interagir e nem reconhecer as demais igrejas como Igreja de Deus e os membros delas como irmãos, as demais igrejas tem enorme consideração e respeito pelos irmãos da CCB, numa delas o ministro em uma de suas falas sugeriu que aqueles que apreciavam uma boa música deveriam visitar a CCB, mas deveriam se adequar aos costumes para que não fosse motivo de escândalo para a congregação.

Hoje me vejo como membro da Igreja Batista, mas me sinto, sobretudo membro da Igreja de Deus, que não tem placas e nem paredes, sinto-me livre para visitar meus irmãos de qualquer denominação, exceto os da CCB, que ainda não aprenderam a lidar com maturidade com aqueles que deixam suas fileiras.

Sou um cristão sem fronteiras, ou melhor, não limitado por paredes e/ou placas, alguém que já entendeu que é só Jesus "que ao céu conduz", pelo menos foi o que "disse Jesus, disse Jesus".

14 comentários:

Regina Farias disse...

Mário,

Lendo teu texto me passou um filme, pois que sou beeeeem familiarizada com tudo isso que você falou, não apenas por já conhecê-lo por meio dos seus textos ao longo do tempo, como também porque já vivenciei ( e ainda vivencio!!!) algumas coisas aqui citadas, principalmente em relação à cruz e às músicas.

Sobre a cruz, eu sempre fiquei intrigada, desde pequena, quando olhava para aquela imagem do Cristo crucificado, não por medo, pois minha origem católica não me imprimia 'este' tipo de medo (eram outros rss) mas por ficar mesmo 'invocada' com aquela coisa mórbida, triste e até patética, só que eu não tinha parâmetros para questionar. Simplesmente, dentro da minha limitada compreensão, achava horrível e deprimente, mas caladinha da silva. Ou seja, senso crítico já se delineando, mas não passava disso até mesmo por questões culturais em época que não se questionava nada, apenas se cumpria.

Em relação à cruz vazada (com dois dos meus filhos já convertidos na adolescência e 'caminhando' para a igreja presbiteriana), só de uns dez anos pra cá, é que fui me familiarizando e considerando plausível a ideia de que o significado ali era de que Jesus havia ressuscitado. Para mim, essa explicação era perfeitamente aplicável, deixando-me serena pois que eu comecei a entender e, consequentemente, desvincular da morbidez dos cemitérios, num processo de desconstrução de tudo que havia sido enfiado em minha mente pela religião. Primeiro, em relação ao crucifixo e, depois, em relação à cruz.

Quanto à música, ( e isso é uma coisa minha, bem pessoal) também sempre achei deprimente não só a melodia, mas principalmente o teor das letras, abordando temas mórbidos que me faziam experimentar aquela mesma terrível sensação que me tomava o ser ao fixar os olhos naquele Cristo crucificado na minha infância, e, posteriormente, nas cruzes dos mortos.

Hoje, depois da minha conversão, nada disso me oprime mais a alma. Apenas escolho - com lucidez e serenidade - não concordar nem participar de nada em relação aos dois 'temas'.

Veja como doutrinas de homens têm 'o papel' de neurotizar as pessoas. E essa neurose tem várias nuances, pois ela pode se manifestar no ser de diversas formas deixando-o transtornado, confuso, medroso, 'obediente', mas NUNCA em paz, pelo medo que oprime. Desencadeando assim, uma série de comportamentos que culmina nas atitudes mecânicas e PASSIVAS em 'obediência' a um Deus severo, neurótico, vingativo e opressor que nada tem a ver com a vida em abundância proposta por Jesus. Vida em abundância que começa aqui mesmo na Terra!

'VENHA A NÓS o Teu Reino' - eis a oração!

Valeu pelo texto.

Abs,

R.

p.s.: e eu não concordo que, por causa de uns 'meninos na fé', se use certos versículos sobre esse lance de 'se escandalizar'. Ora, convenhamos, só se escandaliza com qualquer coisa, quem não é convertido ao Evangelho de Jesus.

Daniel disse...

Mário, o mesmo que disse que só ele conduz ao céus, disse também que o adoraríamos ao Pai em espírito e em verdade, e não em templos feito pela mão humana.

Ao que parece, a cristande, esqueceu-se destas palavras.

Se você não estiver nos endereços oficiais, logo não estará nas fileiras santas.

Tem até que ousa dizer que é igreja de Deus, somente as que constam no relatório! bem deixa pra lá.

Paz e vida, nEle!

Abraço.

Mario disse...

Regina e Daniel,

Apesar da CCB não servir mais para mim, olho para o passado e consigo enxergar sua importância em minha vida, ela me introduziu na graça, e foi com a ânsia de rebater as criticas feitas a minha amada igreja que aprendi um pouco sobre a Palavra de Deus, infelizmente, recorrendo as Escrituras, vi que algumas coisas não são possíveis de serem contestadas, mas ainda assim ela foi importante, pois, entrei na CCB CONVENCIDO da sua doutrina, e por querer dar respostas a muitos porquês sai dela CONVERTIDO ao evangelho onde Cristo é o centro, sabendo que a graça é favor imerecido de Deus, a Igreja de Deus não é cinza, não tem paredes e nem ostenta placas... e só Jesus ao céu conduz.

Outrora minha fé era de menino, com meu bom testemunho da doutrina humana queria ajudar a Deus a me salvar e por medo de pecar contra o Espirito Santo eu não questionava as coisas por mais absurdas fossem e explicitas estavam.

Hoje considero-me adolescente na fé, ainda tenho muito a aprender, mas sei que erramos demais por não examinar as Escrituras e nem aquilo que é dito em cima do pulpito.

Fiquem na paz de Deus!

Fraterno abraço,

Mario

Regina Farias disse...

Mário,

Diferentemente de você, confesso que fui surpreendida pela Graça completamente FORA dos portões religiosos, mas entendo que o Espírito de Deus, em Sua soberania, sopra ATÉ dentro dos templos mais legalistas, pois Ele não age em coletividade paranóica, mas nos corações, individualmente, em momento único, especial, pessoal e intransferível. Para que, então, curados na alma, possamos viver em coletividade de maneira saudável, agradável aos olhos de Deus.

É assim que eu vejo sentido na vida. E não que seja uma cura pronta, mágica, fast food, mas um início de uma longa caminhada na qual sabemos onde está a fonte dessa cura, com a certeza de que nela nunca estaremos áridos, pois que sendo curados todos os dias.

E, diferentemente de você ainda, preciso ser honesta e dizer também que olho para o passado (passado?!) e vejo apenas um sistema prosélito em forte achismo pretensioso de representante exclusivo de Deus aqui na terra, transformando vidas em um verdadeiro inferno.

Talvez a sua importância esteja justamente nisso, para que, depois de LIBERTOS, possamos, em comparativo gritante, rebater com veemência doutrinas que impõem tormento à nossa alma e, consequentemente, nos nossos relacionamentos. Sendo inimigos do torpor religioso que incita à hipocrisia, e amigos da lucidez que traz coerência para a vida prática cristã cotidiana. Na eterna PAZ que excede todo entendimento.

(Ora, veja que o legalista, com seus relatórios e cartilhas religiosas, SE ACHA o salvo, confiante de que a virtude humana reside no comportamento. Qual a semelhança para o liberal cuja virtude é ser 'humano'? O homem como centro! Mera pretensão. Vaidade das vaidades).

Igual a você, também 'me pego' (Graças a Deus!) em processo de aprendizagem na existência como um todo, pois que o espírito amadurecendo, a qualidade de vida tende a melhorar em todos os aspectos. (E aqui eu não me refiro a coisas materiais)

E, consequentemente, melhora a vida dos que estão ao nosso redor, pois que na Graça se serve a Deus com sinceridade de coração e sem constrangimentos, respingando ao redor.

Abs,

R.

Mario disse...

Regina,

Você está certa, uma hora estar numa instituição em que impera a religiosidade e noutra hora estar numa instituição que tem o real entendimento da graça de Deus nos serve de comparativo e para evitar que caiamos novamente na arapuca da fé cega, que é uma prisão sem muros que nos priva da liberdade que o próprio Cristo nos deu ao padecer sobre a cruz e restringe até mesmo os nossos pensamentos.

Enfim, há sempre um propósito de Deus para as coisas que vivenciamos, neste caso, libertar-se da religiosidade que corrompe a doutrina verdadeira, serve para que aprendamos.

Fique na paz de Deus!

Mario

Douglas disse...

Mario,

Graça e Paz, A paz do Senhor, A Paz de Deus...

Sempre acompanho seu blog, e qdo vc esboçou parar de postar fiquei triste, mas louvo a Deus que não parou com os posts. Percebo e acho muito interessante esse seu lado humano, percebo em vc uma pessoa especial iluminada por Deus, essa sua preocupação com o seu próximo fica estampada nas sua palavras e quão grande é seu compromisso com nosso Deus e com sua palavra. Ainda congrego , mas tem muita coisas que não concordo, não que eu me esforce em não concordar, mas a medida que nós vamos estudando as escrituras, muitas escamas vão ficando para tra´s, chegamos ao ponto de não concordar com certos dogmas e doutrinas. Aprendi a me relacionar socialmente com irmãos de outras denominações, através do amor de Jesus fui liberto do orgulho denominacional, fui liberto do exclusivismo, descobri realmente o que é a verdadeira GRAÇA, e compartilho aqui parte da minha vitoria, pois esse seu blog e vc são colaboradores e incentivadores desse momento ao qual estou vivendo. Parabens pela sua atitude em mudar de local de servir a Deus, atitude louvável, pois ninguém, como vc sabe, o quão é difícil tomar essa atitude, mas creio que a medida em que vc conheceu melhor as escrituras essa decisão se tornou fácil. Sempre que posso e lembro, oro por vc, peço a Deus que te mantenha na fé e continue iluminando a sua mente. Deus me deu a oportunidade de ir atrás das ovelhas perdidas, ir atrás daqueles que já não vêem futuro, tanto material como espiritual, tento levar e mostrar o quão grande é o amor de Jesus por nós pecadores, confesso que não é uma tarefa fácil, mas tento levar as pessoas e mostrar na luz da bíblia que Jesus os amam e quer que eles tb sejam contemplados com a VERDADEIRA GRAÇA. Fiquei abismado como temos irmãos e irmãs parados, desiludidos, por conta de um pecado e por conta de um julgamento humano, pessoas que acham que não tem mais jeito, td por causa de um capricho ou de orgulho baseado em estatutos formalizados por homens. Vejo como é difícil convencer um irmão parado a voltar a congregar ou tentar mostar que ele ainda possui comunhao com Deus, tentoo dizer que Jesus o ama, tento mostrar que a salvação está em Jesus e não em denominações, entrego nas mão de Deus e quem vai convence los é o Espirito Santo. Mario, gostaria de expor algumas idéias e de ouvir opinião, pois como já disse, aproveito e me identifico com grande parte de suas idéias e conceitos. Entrei no seu perfil, mas não vi email, gostaria de interagir mais, se for possível te mandar um email, ficaria muito grato.

João 8:32 e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

Fique na Paz !!!!!!!

Mario disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ricardo Alexandre disse...

Visitei algumas igrejas e frequente por um ano a escola bíblica da Assembléia de Deus. Em todas, ouvi elogios à organização, orquestra e comportamento durante o culto, da CCB. Mas também foi unânime a queixa contra o orgulho denominacional.

Regina Farias disse...

Mário,

Lembrei-me dessa melodia:

http://www.youtube.com/watch?v=ttBmIXmkXYs

Abs,

R.

FIEL disse...

Caro irmão Mario, A paz de Deus.

Espero que leia meu humilde comentário. Pois hoje dia 30-11-2011, visitei seu blog e estou lendo seus post atentamente, gostaria de poder conversar com vc qualquer dia, moro em minas, sou membro da ccb.

Bom primeiramente, fiz uma análise de seus pensamentos e idéias em relação a ccb e as demais igrejas, pude notar que há um pequeno constragimento por parte do irmão em relação a ccb, se estiver errado me perdoe, não sei o que aconteceu na vida do irmão, mas creio que há algo, por algum motivo o irmão se desligou da ccb, o que me leva a crer, seria o que acontece com muitas pessoas,porque infelizmente na nossa igreja há pessoas com uma visão distorcida, mentes cegas espiritualmente e com um certo grau de ignorancia, que não compreende e muitas vezes atacam e humilham os cristãos, nao sei se aconteceu com o irmão, se humilharam ou caluniaram ou não compreenderam seus sentimentos e sua forma de servir a Deus, porém meu caro irmão posso lhe garantir, não sou melhor e maior que ninguem, pelo contrário sou um servo de Deus fraco e errante, mas procuro servir a Deus com sinceridade, procuro orar e vigiar e examinar a biblia constantemente, viajo muito na obra de Deus em missões, e posso dizer para o querido irmão tenho visto o operar de Deus na vida do seu povo, grandes milagres, e não é sensacionalismo da minha parte, por isso irmão gostaria de conversar com o querido irmão para saber o que houve, não tenho ignorancia a respeito das demais religiões, possuo amigos de diversas religiões diferentes, e apesar das diferenças cristas, os respeito e considero-os meus irmãos em cristo.

Deus o Abençõe, irei orar para o irmão, e peço que faça o mesmo.

Mario disse...

Caro irmão Fiel,

Não aconteceu nada comigo na CCB, deixei de ser auxiliar porque quis e mudei de igreja porque com o pouco conhecimento bíblico que tenho algumas doutrinas já não me cabiam mais, penso que de nada adianta admitir erros se não notamos esforços do ministério para que esses erros sejam corrigidos/eliminados.

Sempre gozei de muito respeito por parte do ministério, minha saída se deu com ar de pesar, mas preferi sair em paz, do que permanecer em guerra (comigo mesmo).

Enfim, o irmão deve saber que existe uma doutrina paralela na boca do povo (e também parte do ministério) que concorre e anula a doutrina oficial constante na capa do hinário. Meu objetivo ao não é mudar a instituição, apenas servir a Deus com todos meus defeitos, numa instituição onde eu não tenha aversão por certos ensinamentos.

Fique na paz de Deus!!!

Flávio Ramos disse...

olha irmão mario

quem sou eu pra falar alguma coisa da sua mudança de igreja,olha homem de Deus sou humilde de verdade,não tenho .++estudos algum nem a sabedoria do irmão nem ao menos falar como o irmao fala mais posso te afirmar eu nasci na graça(CCB)de la pra ca varios momentos dificeis passei,sou auxiliar de jovens a 7 anosno meio do ano passado eu quis largar tudo e entreguei o meu cargo de auxiliar a primeira reação do cooperador de jovens foi chorar,entreguei pelo fatoo de fraquezas uma fraqueza foi chamando a outra quando ei por si,minha consciencia pesou e nao achei me mais digno de ser auxiliar,mas descrevo pro irmao queo cmeu cooperador de jovens junto com a mocidade me fizeram uma visita e ali eu eu me senti muito querido pela mocidade e ali Deus m libertou,mais mesmos nas minha fraquezas Deus tem feito muitas promessas e ja tem comprido algumas.toda vez q entrei na CCB sempre Deus falou comigo.hj estou noivo mais nao tenho condições nenhuma de me casar mais tenho uma certeza dentro de mim q essa sera mais uma promesa que DEUS ha de cumprir...quem sabe um dia o irmao nao possa aparecr aqui na vila Aruja um povo simples que gosta de servir a Deus e nao faz acepção de pessoas por ser um povo muito simples..meu nome é Flavio 19 anos Aruja São paulo
A paz de Deus meu irmão,

Carlos Eduardo disse...

Mario....

A Palavra diz, nem por força e nem por violência....Eu sou nascido de pais crentes e também já visitei diversas denominações; mas não por convencimento e sim por poder conferir que esta é a SÃ DOUTRINA eu me entreguei a Deus e aceitei o santo batismo (você deve se lembrar, lá é Deus quem chama)....e nas demais vemos a regência humana (tem a lista de quem vai se batizar, está designado quem prega, quem ora) e por não ver o mover de Deus nas demais igrejas mas sim a mão do homem eu fui e permaneço na Congregação. Se te encontrastes nesta que está agora seja feliz...não vejo a necessidade de denegrir a imagem da Obra de Deus.

Mario disse...

Carlos, a paz de Deus seja contigo!

Perdoe-me, li o texto novamente e não veja nada que denigra a CCB (acho que foi isso que quis dizer quando se referiu a Obra de Deus).

Quanto a ser chamado, todos já recebemos a participar da graça quando Jesus deu sua vida na cruz para remissão de nossos pecados, não são os pecadores que tem que ir até a igreja, mas sim a igreja que deve ir até o pecado, pelo menos é isso que entendo quando Jesus disse: Ide e anunciai a toda criatura.

Mas não entremos em contenda por pouca coisa.

Deus o abençoe!

Fraterno abraço!

Mario

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