domingo, 26 de junho de 2011

Reescrevendo uma circular

11 comentários
A Palavra de Deus nos ensina a examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que é falso, errado e injusto. Por isso, com o intuito de informar com base na verdade decidi REESCREVER uma circular emitida pelos nobres anciães da Congregação Cristã no Brasil e que está sendo lida em todas as congregações.


COMO DEVERIA SER A CIRCULAR

Cara irmandade, a Paz de Deus!

ASSUNTO: ALERTA À IRMANDADE – USO INDEVIDO DO NOME DA CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

O ministério, na intenção de alertar a toda irmandade e, especialmente os mais simples, para que não venham a congregar em igrejas que utilizam o nome de Congregação Cristã no Brasil, mas não estão ligadas administrativamente e nem são reconhecidas pelo ministério central, localizado no Brás, esclarece que alguns ex-anciães da Região Oeste da Grande São Paulo, precisamente na cidade de Jandira, num ato que entendemos como rebeldia e que desrespeita aos nossos estatutos, sem o conhecimento e consentimento do Conselho de Anciães, ordenaram para o cargo de ancião alguns cooperadores, por este motivo eles foram destituídos de seus cargos, pois, acreditamos que agindo assim não estão na mesma comunhão.

Os anciães de Jandira que foram destituídos de seus cargos, a saber Samuel Trevisan, João Marcos de Oliveira e Otoniel Ribeiro, estão abrindo igrejas com o mesmo padrão arquitetônico da Congregação Cristã no Brasil e ministrando cultos da maneira como estamos habituados, bem como, estão utilizando sem nossa autorização o nosso hinário e o nome de Congregação Cristã no Brasil sem qualquer distinção. Reafirmamos que tais ministros e as congregações por eles construídas, mesmo adotando o mesmo credo doutrinário, não têm qualquer vinculo com nossa denominação, tanto é que seus nomes e locais de culto não constam nos nossos Relatórios.

A irmandade deve estar atenta para que por motivo de erro não venham a congregar nessas igrejas acreditando serem elas a própria Congregação Cristã no Brasil, que há décadas está devidamente registrada com esse nome.

Lembramos ainda que a Congregação Cristã no Brasil não mantêm comunhão e nem interage com nenhuma outra denominação cristã, e que cremos que para participarmos do santo serviço da santa ceia devemos estar em comunhão com nossa igreja e em conformidade com nossas tradições e ensinamentos, por isso, a irmandade deve evitar congregar nessas congregações que são similares mas que não as nossas, entendemos que isso é o que Deus requer de nós.

Aqueles que tiverem ministério e cargo na igreja e desrespeitarem esta orientação serão destituídos.

Para maiores esclarecimentos colocamo-nos a disposição.

Os Anciães


COMO É A CIRCULAR

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Aqueles que se propõe a esclarecer as dúvidas dentro da sã doutrina não podem faltar com a verdade e nem omitir os fatos simplesmente para manter o controle sobre pessoas simples, as mesmas pessoas simples que a tal circular supostamente quer esclarecer ou proteger.

O caso da ordenação de anciães em Jandira sem a consentimento do Brás nem de longe poder ser chamado de apostasia espiritual, no máximo pode ser chamado de insubordinação ADMINISTRATIVA.

Diversas dissidências da CCB surgiram ao longo dos últimos 60 anos, mas esta é a segunda vez que o Conselho de Anciães se pronuncia sobre uma delas, a primeira vez que isso ocorreu foi em agosto de 1952, quando Aldo Ferreti, fundador da Igreja Renovadora Cristã, deixou a CCB.

Ora, não há o que temer, as ovelhas reconhecem a voz do seu pastor, não há necessidade de se usar meias verdades com o intuito de que elas se percam, apenas a título de informação Jesus é o nosso sumo pastor.

11 comentários:

doug_psilva disse...

Amado irmão Mario,
A Paz de Deus!

Ontem à noite durante o santo serviço de culto, o Ancião que atende a minha comum, leu diante de toda a irmandade esta circular. Fico extremamente triste, e desiludido por contemplar que, 90% da irmandade, não possuí o mínimo de conhecimento bíblico, no intuito de discernir o que é de Deus, e o que não é.
Sinceramente Mario, dizer que este ato é apostasia, e dizer que quem congregar em uma destas igrejas da cidade de Jandira cometerá o pecado de apostasia, é um absurdo!
Acho que o Braz nem sabe o que é se apostatar da fé, ou se sabe, o “santo” ministério deve apreciar enganar o povo! É lamentável, cada dia me desanimo mais. Para que não bastasse ainda, um Ancião de fora atendeu a palavra, e durante a pregação, o mesmo afirmava veementemente que os nossos pecados foram lavados no santo batismo, que tínhamos que manter as nossas vestes limpas, pois uma vez que a sujássemos, não teria como limpa-la mais!
Baita heresia! É só ler a bíblia e meditar em seus sagrados ensinos, uma pregação totalmente inusitada, sem nenhum contexto bíblico, quero dizer, o único recurso que temos para perdoar pecados e lavar as nossas vestes espirituais, é o sangue do Senhor Jesus (Apocalipse 22:14), - e muitas outras referências das quais pouparei de citá-las - não as águas batismais!
Peço a Deus que me conceda refrigério e forças, é tanta bobagem que ouço e vejo, e o pior é que para alguns, “fariseus e religiosos”, estou blasfemando contra o Espírito Santo por criticar a pregação e falar desta forma do “santo” ministério.
Agora, o fato é que a minha Bíblia diz que se estivermos com as nossas vestes espirituais sujas, o Senhor pode limpa-la, e mais, o Senhor pode trocá-la como foi o caso do sumo-sacerdote Josué (Zacarias cap. 3).
Amado, vou ficando por aqui e, desde já lhe agradeço pela oportunidade
Um Efusivo Abraço,
No Amor de Deus,
Douglas

Ricardo Alexandre disse...

Quero fazer um comentário sobre o hinário.

Na minha opinião, a CCB é dona do produto gráfico; da encadernação sob qual os hinos foram enumerados, ou seja, do hinário mas não dos hinos - Os donos dos hinos são os autores.

A CCB fez uma coleta (assim nos contam) para adquirir o direito de uso; não de propriedade dos hinos, que ao meu ver, já são de domínio público.

Ricardo Alexandre disse...

Pontos que discordo da circular:

1."Praticaram atos contra a nossa sã doutrina" - Primeiro que sã é somente a doutrina bíblica. Não existe a 'nossa' doutrina; ou será que a CCB tem uma doutrina própria e difierente da bíblia? Os anciães de Jandira não são contra a doutrina; são contra o sistema administrativo centralizador do Brás propondo algo parecido com um governo congregacional.

2."Forma destituídos do corpo ministerial e da comunhão" - É legítmo o Brás tirar o ministério desses irmãos pois cometeram insubordinação.
Porém não concordo com a excomungação, pois como já disse, não cometeram atos contra a sã doutrina.

3."Estão utilizando ILEGALMENTE o nome CCB" - Não é verdade. Os locais para reunião foram abertos pela AMCCB que foi criada LEGALMENTE. A CCB está certa em não reconhecer o Conselho de Anciães de Jandira, mas a AMCCB deve reconhecer.
>>>A crítica que faço é que não poderiam estar sendo realizados batismos, porque a AMCCB é para atender os interesses dos membros da CCB, não gerar membros desfiliados da CCB.

4."Estão usando ilegalmente o hinário" - Não concordo pelas razões do comentário acima e porque não são "outra" igreja.
>>> Os hinos não são exclusividade de um grupo (igreja); são um patrimônio de toda cristandade.

5."Estes e aqueles que os seguem, apostataram da fé" - Apostasia é renunciar a fé que seguia e passar a combatê-la (o processo inverso do apóstolo paulo). Não cometeram apostasia nem estes nem aqueles que os seguem.
Com isto a circular esta pregando a discórdia. A irmandade deve permanecer unida em comunhão e amor.

GiLpsBR disse...

Bom, eu não vou entrar no assunto da dissidência, até porque isto não me compete, mas apesar da postagem já ter alguns meses acredito que são necessários esclarecimentos acerca de dois pontos citados pelo Ricardo Alexandre.

Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que esta postagem é apenas uma interpretação dos fatos à luz das leis vigentes, que conheço em razão da minha profissão, e tem o único objetivo de esclarecer, não estando relacionada com qualquer tipo de "adoração à marca" ou mesmo consulta jurídica rs.

Acredito que todos sabem a CCB está legalmente constituída como pessoa jurídica e ainda que haja independência administrativa a cada congregação, estas figuram, do ponto de vista jurídico, como filiais da matriz que é a sede da R. Visconde de Parnaíba.

As pessoas jurídicas são entidades a quem a lei atribui personalidade, e consequentemente direitos e deveres.

Assim sendo, o uso do hinário da CCB por outra igreja que não esteja ligada administrativamente à CCB Bras, realmente não é possível. Explico:

Os direitos autorais sobre as composições da maioria das melodias dos nossos hinos não são devidos uma vez que elas são de domínio público. Isto acontece pelo decurso de um prazo de 50 anos, a partir do qual há a decadência deste tipo de direito de autor. Portanto, não há coleta especial para esta finalidade (esta informação está equivocada). Verifiquem ainda que muitos destas melodias também são utilizadas por outras denominações, inclusive do exterior e mais antigas do que a CCB, ou mesmo correspondem a melodias conhecidas entre os apreciadores da música clássica.

Exceções ao acima exposto aplicam-se aos hinos cuja música fora composta diretamente com a finalidade de destinação ao hinário da CCB, caso em que a questão dos direitos de autor são tratados da mesma forma que aqueles incidentes sobre a letra dos hinos.

Sabe-se que as letras dos hinos constantes no hinário da CCB são exclusivas desta denominação, tendo sido compostas pelos nossos irmãos (acredito eu que na sua totalidade foram composição de irmãos, mas não tenho certeza então se alguém tiver infomação mais precisa a respeito, fique a vontade para esclarecer).

Considerando que na CCB todas as contribuições são voluntárias e gratuitas, ou seja, ninguém recebe qualquer tipo de remuneração, não haveria sentido em pagar direitos de autor sobre as letras e hinos compostos para a CCB.

continua...

GiLpsBR disse...

A licença para o uso de composições musicais e líricas é feita por instrumento próprio e como a regra legal para a propriedade intelectual é de onerosidade, a gratuidade deve ser expressa no próprio documento da cessão.

E é exatamente por causa deste mecanismo de cessão de direitos que o uso do hinário por uma entidade que não esteja juridicamente ligada à CCB Bras não é possivel. Isto acontece porque os autores cederam os direitos para aquela pessoa jurídica e somente ela, ou quem ela autorizar (subcessão), é que pode usar.

Ou seja, a CCB não é dona apenas do produto gráfico, mas também de todas as letras e das melodias dos hinos de composição própria.

O segundo ponto é sobre o uso indistindo do nome Congregação Cristã no Brasil e merece bem menos explicações.

O nome Congregação Cristã no Brasil (assim como Congregação Cristã do Brasil) são marcas registradas pela CCB (pessoa jurídica) junto ao INPI desde 1987.

Assim como o nome distingue uma pessoa da outra e não pode ser usado indistintamente e sem autorização, a marca que é como o público em geral conhece um determinado produto ou mesmo uma pessoa jurídica, como é o caso. E a marca é protegida por lei.

Desta forma, utilizar o hinário da CCB ou usar indistintamente o nome Congregação Cristã no Brasil, sem autorização da CCB, são sim ações ilegais, sobre isso não há o que discutir.

Feitas as devidas considerações, peço licença para parabenizar ao autor do blog. Eu tinha conhecimento desta circular mas, de fato, da maneira como foi "reescrita" se presta muito mais ao objetivo a que se determina, considerando que o texto original além de nenhum pouco esclarecedor me pareceu ter o efeito oposto ao esperado, ou seja, despertar o interesse da irmandade acerca do grupo dissidente, uma vez que fala muito e não diz nada sobre "comos e porquês".

Fiquem na paz de Deus!

Mario disse...

GiLpsBR, a paz de Deus!

Pegarmos os hinários "Cantor Cristão" e "Harpa Cristã" percebemos que na verdade os hinos a CCB é que derivam desses hinários, ou seja, as letras sofreram adapatações, alguns hinos apesar da alteração da letra não alteram o sentido nem a mensagem que passam.

Quanto ao uso em na CCB-Jandira, não há impedimento legal, pois, esta denominação se formalizou como pessoa jurídica assumindo carater de Associação de Membros da Congregagação Cristã no Brasil (AMCCB), como a CCB não contestou a existencia desta associação nos dois primeiros anos de fundação a sua criação é legitimada pela lei.

Embora na AMCCB/CCB-Jandira os hinários estejam sendo usados por instituições sem vinculo administativo com o Brás (Matriz CCB), estas instituições estão registradas como associação de membros da CCB, e os membros da CCB não são impedidos de usar os hinos da instituição.

Quanto ao nome Congregação Cristã no Brasil, realmente não pode ser usado sem qualquer distinção, porém, havendo variações que façam distinção não vejo problemas.

Compare as diferentes versões do mesmo hino em diferentes hinários: http://www.blogdomario.com/2009/02/semelhancas-e-nao-coincidencias.html

Fique na paz!

GiLpsBR disse...

Olá, irmão Mário!

Como eu disse no post anterior a maioria das melodias da maioria dos hinos da CCB são de domínio púbico e utilizadas por outras igrejas, inclusive no exterior e anteriores a CCB, portando, é claro que o hinário da CCB tem as mesmas origens da Harpa Cristã ou do Cantor Cristão, ou de muitos outros.

Contudo, a parte lírica (letras) são sim exclusivas, criadas para uso na CCB, portanto há o direito de autor ainda que possuam o mesmo sentido das outras poesias, afinal diferentemente não poderia ser uma vez que todos estes hinos são inspirados pela Palavra.

A AMCCB já existia anteriormente à cisão de Jandira e, segundo me consta, ela nunca se apresentou nem sequer como uma instituição religiosa, muito menos uma que tenha derivado da CCB, mas tão somente como uma associação de membros formada com o intuito de reunir e acolher as pessoas que por qualquer motivo tenham deixado de servir a Deus, e claro que os membros da CCB podem usar o hinário, afinal é para isto que ele existe.

Todavia, a partir do momento que se passa a agir como uma igreja de fato, principalmente se apresentando como se se tratasse da própria CCB sob o comando administrativo de um outro ministério, há uma alteração no próposito constitutivo daquela entidade que prevalece sobre a sua formalização enquanto associação, o que permite-se questionar inclusive o uso não autorizado do hinário e tudo com novo prazo prescricional já que, na prática, não é mais associação de membros.

Outra coisa, legitimação jurídica não significa licença universal para uso de propriedade intelectual, que, inclusive pode ser revogada pelo detentor mesmo nos casos de concessão expressa.

Se eu te pedir para reproduzir algum conteudo do seu blog e você permitir, mesmo assim seria obrigada a retirar a reprodução se no futuro você vier a entender que já não convém. É o seu direito.

Por estas e outras que este tipo de contrato (como deveriam ser todos os contratos) tem que ser feitos por advogados que conhecem bem as formas de garantir por meio de cláusulas expressas a segurança de quem contrata e o equilibrio entre as partes.

continua...

GiLpsBR disse...

Sobre a marca, se há variações que deixem clara a distinção o uso por terceiros pode ser reconhecido, mas convenhamos, não é este o caso, afinal, usar a placa "Congregação Cristã no Brasi - Ministério ..." dá a entender a qualquer desavisado que se trata da mesma Congregação Cristã no Brasil sob uma administração regional.

Eu conheço os motivos originais desta cisão e já vieram ao meu conhecimento também muitos outros questionamentos surgidos posteriormente e tenho opiniões diversas sobre cada um deles, mas sei de uma coisa:

Se você chutar a parede a parede vai te chutar de volta.

Se na CCB temos passado por sérios problemas decorrentes da interferência humana sobre as coisas que são de Deus, qualquer dissidência não está livre disso em menor ou maior proporção, afinal são os homens que conduzem a religião institucionalizada.

Tenho esperança que algumas das mudanças sugeridas e reclamadas pelos grupos dissidentes aos poucos sejam incorporadas pela CCB, ainda que seja pela prática da própria irmandade cuja alteração de conduta ja infuenciou outrora a edição e a diretriz dos ensinamentos. Claro que a presença daqueles que acabam por se afastar facilitaria o processo, mas entendo os motivos.

Mas se a desvinculação é inevitavel, preferia que os irmãos fizessem as coisas de maneira mais honesta, que evitaria tantos desgastes. Os motivos dos anciãos de Jandira, a princípio, me pareceram justos, porém as atitudes de ambas as partes na condução das coisas não condizem com aquilo que eu pessoalmente espero de líderes cristãos.

Os dissidentes tem que respeitar a propriedade intelectual da CCB e a CCB tem que respeitar os direitos dos seus membros, sem omitir e desvirtuar as coisas, afinal, pela Graça de Deus muitos de nós temos alcançado conhecimento epiritual e intelectual, de forma que essa circular, no fim, só serve mesmo para os mais simples.

Peço perdão pelo desabafo e também pelo tamanho da postagens (ócios do ofício rsrs)

Fique na Paz de Deus e que as bênçãos do Senhor se derramem na sua vida!!!

Mario disse...

Irmã GiLpsBR,

Não sei como está a situação da CCB-Jandira, até onde eu sei, aproveitando-se da situação aparentemente regular da AMCCB os anciães de Jandira firmaram uma espécie de "parceria", e a AMCCB agregou a CCB-Jandira... com isso, a AMCCB da estação Armênia passou a ser sede e as demais congregações do ministério jandirense filiais.

Para ser sincero, não acho correto e nem honesto a CCB-Jandira imitar traços arquitetônicos da CCB e muito menos usar nome sem qualquer distinção.

Quanto ao hinário, na minha opinião, independente dos direitos autorais, acho uma tremenda criancisse proibir seu uso por outras denominações, afinal, são "louvores e suplicas a Deus" e podemos assim dizer que não é uma criação genuína, mas inspirada em conteúdo já existente, levando em consideração que Jesus nos ordenou pregar sua Palavra em todo mundo e a toda a criatura e que o hinário é um conjunto de músicas que contém a Palavra de Deus deveríamos permitir o seu uso por quem quer que fosse... mas esta é minha opinião...A questão do hinário entre a CCB e a Congregação Jandira é somente política e não tem nada de espiritual.

Fique na paz de Deus!

ALEX REIS disse...

EU ACREDITO NA SALVAÇAO PELA FE EM JESUS CRISTO,MUITOS ACREDITAM QUE QUANDO COLOCAM UM TERNO E GRAVATA E TOCAM SEUS INSTRUMENTOS NA CCB ESTÃO CONTRIBUINDO PARA A OBRA DE DEUS,JA ENTENDI QUE O QUE FAÇO COMO MUSICO É MUITO POUCO,POR ISSO PEÇO A DEUS QUE ME DE FORÇAS PARA PREGAR ,ANUNCIAR E VIVER O VERDADEIRO EVANGELHO SEJA POR QUAL MINISTERIO FOR,{JANDIRA ,OU NÃO} NAO PELA SALVAÇAO QUE A "IGREJA CCB" PROMETE MAS PELA FÉ EM JESUS CRISTO O AUTOR DE NOSSA FE...

Jonas Molina disse...

Em se tratando de hinos e hinário, concordo com o Mario. Visto que os louvores são para Deus, creio que o uso deveria ser livre assim como fazem os hinários Harpa Cristã (das Assembleias de Deus); Canto Cristão e Hinário para o Culto Cristão que são de origem Batista; Hinário Evangélico da Igreja Metodista.

Entendo que em alguns casos há a necessidade de se expressar uma 'mensagem' ou 'doutrina', afinal é o que difere as denominações cristãs uma das outras, ainda sim, creio que o uso ocorreria de acordo com a simpatia.

Mas por trás disso, infelizmente, há a questão de lucro envolvido - o que acho feio para todas as igrejas e para os autores que se dizem cristãos; também há a necessidade de exclusivismo como no caso da CCB em que histórias - que eu ouvia quando era criança - de que os (450) hinos foram inspirados pelos próprios anjos e que as denominações cristãs é quem haviam os plagiados.

De qualquer forma, já que existem essas regras, creio que elas devem ser respeitadas.

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