segunda-feira, 19 de julho de 2010

Por quê?

13 comentários
O texto abaixo é uma bélissima explanação feita pelo nosso irmão Ricardo Alexandre, lá do blog JovemCCB, é algo que serviu para mim e talvez sirva para muitos de vocês. 
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Por que não posso ir à praia; ao cinema; no clube, circo ou praça? Por que não posso sair à noite com meus amigos? Por que não posso participar de outros conjuntos musicais? Por que tenho que sair do meu time de futebol? Por que não posso ser modelo; atriz; cantora? Por que não devo namorar com pessoas que não são da minha igreja? Por que não posso ouvir;cantar;dançar música secular? Por que..? Por que..? Por que..?


Essas perguntas eram comuns aos amigos da minha mocidade. Podem ter mudado um pouco, mas sempre existirão perguntas que os jovens farão, ou muitas vezes, esconderão. Tais questionamentos não são incentivados, então a mocidade não fica à vontade para se expressar.

O que acontece é que muitas vezes quando estas perguntas suscitam, está havendo um conflito entre o que sentem e o que aprendem; começam a questionar e a refletir, daí acabam concluindo que aquilo praticam não é bem aquilo que acreditam. Só que na maioria das vezes concluem errado porque não foram informados certo. Não convencidos das respostas, agem ao contrário para forçarem outras respostas.

Sim, a mocidade assume um comportamento, digamos, 'rebelde' e passam a fazer o que pediram para não fazerem, porque as respostas dadas foram falhas, insensíveis e imprecisas. Isto gera frustação nos jovens que, querendo agradar a Deus, pensam que estão desagradando.

Como exemplo, participava de um time de futebol infantil, disseram-me que crente não joga bola e deixei o projeto. As respostas que tive nunca me convenceram; me arrependi de ter saído do time; algumas vezes joguei bola em ginásio onde os irmãos não podiam me ver, mas depois ficava com sentimento de culpa. Ainda hoje ensinam que não se deve jogar futebol; ainda hoje não me convenceram.

Aceitei muita coisa e me abstive de outras que não eram o que eu sentia. Quando entramos para a igreja aceitamos tudo sem questionar - Aceitamos para sermos aceitos. Queremos nos misturar, nem destacar nem ficar à margem, não queremos ser um 'corpo estranho no meio'; então aquelas práticas comuns assumimos também - O que fazem, fazemos. Primeiro seguimos o coletivo para depois pensarmos em nós como indivíduo.

A questão dos usos e costumes também confunde bastante. Nosso corpo é um templo e nosso viver um culto. Esse culto particular revela o que está no coração, deve ser com convicção, não pode ser imposto nem contradizer nossa razão, é o que a Bíblia chama de culto racional (Rm 12:1).

Antes bastava dizer para a mocidade fazer, ou mandar para acatar. Era ensinado nas reuniões - "A mocidade não pode ir à praça" - e a mocidade não ia à praça. "Ao circo ou clube" - e não iam ao circo ou clube. Agora, não basta falar, tem que explicar. Os ensinamentos não são mais acatados sem questionamentos.

"Deus não se agrada"; "Isto é do mundo"; "Não cabe aos santos" - correspondem a um porque sim ou porque não, mas isto não é resposta. Nossos cooperadores passaram pelo processo de não perguntar, por isso alguns deles não são habilidosos para responder. Quando alguém começa a questionar muito, se esquivam - "No tempo certo Deus te esclarecerá". Isto quando não dão respostas absurdas - "Você ainda não entendeu o que é essa graça"; "Precisa se converter e pedir perdão".

Para saber responder e preciso antes aprender ouvir . Jesus conhecia a mente e o coração dos homens, mas sempre dava a oportunidade para se expressarem: "E vós o que pensais"; "O que dizeis dessas coisas". Uma vez por mês nas RJMs é feito perguntas à mocidade; não deveria ser o contrário?


"Eu te Louvarei, Senhor, de todo o meu coração" (Sl 138); Descubra, então, o que está no teu coração.

Perguntar não ofende;

Responder não dói;

Uma dúvida é saudável;

Um 'por quê' faz parte;

Ouvir enobrece;

Refletir faz bem;

Pensar é existir.

13 comentários:

Celina disse...

Nossa que texto hein!
Eu vim de fora, do dito mundo, meu pai não era um homem tradicional, mas sempre me ensinou a me defender do mundo, nunca usei droga, nunca fumei, nunca fiquei bebada, sim já bebi, e nunca me prostitui, porque será? As perguntas que eu tinha, eu tinha a resposta. Nunca fui forçada a nada e nunca proibida de nada, meu pai sempre nos ensinou (a mim e meu irmão) que temos sempre que plantar boas sementes para colher bons frutos. Quem sabe isso tudo foi uma preparação de Deus para sair do espiritismo e encontrá-lo face a face na CCB.
Mas vejo muita coisa entre a mocidade das quais não concordo. Tudo é proibido, aí quando os ditos rebeldes se rebelam e conseguem ter comntato com o mundo não sabem o que fazer, como se portar e muitas das vezes caindo em coisas erradas. Antigamente a RJM de nossa comum era lotada, hoje tem poucos, muito dos que não congregam mais estão no MUNDO das drogas, o que é muito pior.
Lembro que na minha época de escola tinham as crentinhas, da qual tiravamos sarro por ser a crente do ** quente, era juntarmos para fazer trabalho em grupo que elas colocavam tudo pra fora o que não podiam fazer em casa.
Não acho que tudo deva ser liberado pois vira oba oba, mas acho que tem que ter discernimento e encaminhar esses jovens para uma vida santa e não exigir a vida santa. Eles tem que saber o porque deste caminho ser o santo e não simplesmente porque o pai obrigou. Obrigado não é feito de coração!!!

Anônimo disse...

Não concordo com sua reflexão, irmão. Ou melhor, não concondo integralmente. Muitas vezes se aceita algo sem questionar ou sem entender muito bem, simplesmente por respeito, pela autoridade que um servo de Deus possui. Autoridade que advém de muitos anos servindo à Deus. É claro, que devemos procurar entender os porquês de se praticar ou se abster de algo, mas esperar que os cooperadores tenha resposta para tudo é esperar demais. Eles também estão crescendo em sua vida espiritual; também estão aprendendo. Portanto, a fonte mais segura para essas inquietações é o próprio Senhor Jesus. Acatar os ensinamentos sem questionamento,não é ser simplório. É ter fé. É crer que os servos de Deus que propuseram o ensinamento, estão guiados por Deus. É saudavel refletir. Mas é preciso saber que o coração engana. Ainda mais o da mocidade, que ainda é pouco maduro. Humildade nesse caso, vale mais muito.
Como está escrito no hino 63: Nós nem tudo entendemos, pois o Pai o quer assim, Mas, de luz em luz iremos sempre avante até o fim;
Não digo que o questionamento, a reflexão, são impróprias, mas é preciso ter cuidado com a maneira que se conduz essas atitudes. De novo, melhor que a humildade vá a frente.
Por fim, sugiro uma reflexão: Será, realmente, que Culto racional - como está em Rm 12:1 - é aquele que não contradiz NOSSA razão, como você propõe? Eu entendo diferente, mas com certeza, a resposta veraz tem o Senhor.

Marcella disse...

Acho que todos deveriam se preocupar mais com a graça que Deus nos deu do que ficar fazendo proibições, pois é Deus que faz obra, se temos que deixar de ir numa festa, ou no cinema, não tem que ser um coisa imposta pelo homem, mas sim uma mudança de dentro para fora, pois quando é Deus que nos muda, não questionamos, não reclamamos, porque tudo que Deus faz é perfeito, então fica natural, nem percebemos que não vamos mais a festa ou qualquer outro lugar.
Quando entramos nessa graça, é ele que faz obra, não precisa de ninguém.
Deus é tão soberano, e os pais tem que pedir discernimento á Deus na educação dos seus filhos porque não é proibindo que vai criar seu filho num lar cristão, porque o que você mais vê , são este jovens revoltados e largando a casa de Deus,e isso sim é triste, temos que saber mediar em tudo e não julgar, porque Deus é o nosso juíz e pra cada um ele deu uma medida.

Regina Farias disse...

Oi, Mário

Pegando carona no final do comentário da Celina, que diz com propriedade que "obrigado não é feito de coração", eu acrescentaria que mera obrigação, lei, norma, regrinha pelo seu simples cumprimento sem CONSCIÊNCIA, é algo mecânico e repetitivo numa existência SEM VIDA que certamente um dia vai fazer cair a ficha do ser pensante que inevitavelmente vai perguntar por quê e para quê tanto peso vão.

Há uma enoooooorme diferença entre orientações e aconselhamentos para essas proibições nos átrios religiosos que ironicamente estimulam o jovem e a criança a quererem experimentar o que é tão proibido.

Lidar com liberdade é mais difícil e requer muita habilidade, muita sabedoria e consequentemente mais energia. E acho que é por isso que muitos pais, educadores e dirigentes religiosos acham mais cômoda a técnica equivocada da proibição.

Daí o que se vê nas novas gerações bombardeadas pela mídia e que nem assim engolem qualquer coisa...


Enfim, isso é assunto pra mais de metro rss mas de repente não posso me permitir cair na repetição do que está escrito ao longo dos meus comentários e dos textos no meu blog, que inclusive tem dividido pessoas, chateado alguns, mas meu coração não está dividido. As opiniões, sim. Principalmente quando não têm nada a ver com o Evangelho, aí é que eu não compactuo mesmo.

Deus te abençõe!

R.

zapparoli disse...

Paz! Um alerta!!

Muitos são da ccb por tradição e acabam se envolvendo sem ao menos conhecer o estatuto. Hoje vejo muitas heresias dentro dela e quando olho para a Bíblia, fico com a Bíblia!!


Carlos

Cristão CCB disse...

A paz de Deus com todos(as)!

Celina,

Sempre digo que a melhor forma de repreensão é a liberdade, como bem disse a Regina isso requer maior habilidade e energia. Meus pais sempre me proporcionaram irrestrita liberdade, e isso demandou de mim maior responsabilidade, afinal, eu tinha que me mostrar merecedor dessa liberdade e tomar os cuidados para que não fosse privado dela. Apesar dessa liberdade, também não "desviei" (não bebo, não fumo, nunca usei drogas, não frequento lugares profanos, etc.)

Concordo plenamente que a proibição instiga a curiosidade.

É perigoso esse ensino de que somos separados do mundo, porque geograficamente não somos, estamos em contato permanente como o dito "mundo", e se não estamos preparados para ele somos tragados com maior facilidade... é como um boi que inconscientemente caminha para o abate.


Anonimo(a),

Está correto em dizer que nossos corações nos traem e que os jovens são imaturos e impulsivos, mas nossos ministros, ainda que servindo a Deus há muitos anos, também possuem uma natureza carnal e errante, inclusive tem um coração, que vez ou outra pode leva-los TAMBÉM ao equivoco.

A fé cega é perigosa, porque quando fazemos algo sem entender, apenas por respeito, não há convertimento, mas convencimento. Ora, se a Bíblia é a nossa única regra de fé e conduta, não há porque ter inquietação se a usamos para nos nortear.

Os ministros, como pastores das ovelhas do Senhor, devem cuidar das ovelhas para que elas não se machuquem e nem sejam vitimas dos "lobos", isso pode ser feito "educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente" Tito 2:12, não há maneira melhor de educar a não ser ensinar, e a Bíblia é util para isso, vejamos:

"Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" 2 Timoteo 3:16.

A própria Bíblia nos recomenda isso, vejamos:

"Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele." Provérbios 22:6


Regina,

Pois é, todos nós sempre fazemos o que é mais facil.

E na era da informação acho os ditos de Paulo são mais que atuais: "Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo." 1° Corintios 10:15.


A todos(as),

Não dá para exigir que os jovens sejam santos e mais santos, a ponto de não jogar bola, por exemplo, a própria Bíblia nos instrui a recreação de modo consciente, vejamos:

"Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas." Eclesiastes 11:9

A própria Bíblia mostra que há diferença entre o homem e o menino, vejamos: "Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino." 1° Corintios 13:11

"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm." 1° Corintios 6:12, melhor que proibir é ensinar que cada um tenha o discernimento daquilo que convém ou não.

A responsabilidade em educar espiritualmente as crianças e jovens não é exclusividade dos cooperadores de jovens, diria que é principalmente dos pais.

Fraterno abraço!

Deus abençoe!

Mario

Celina disse...

"A responsabilidade em educar espiritualmente as crianças e jovens não é exclusividade dos cooperadores de jovens, diria que é principalmente dos pais."

Esta parte que você escreveu é o que mais me preocupa, tenho dois filhos pequenos, sei que tenho tempo ainda, mas me preocupo com o ensinamento que passarei, não cresci na graça, me batizei há 1 ano e fui testemunha por 4 anos, oro a Deus todos os dias que me dê ensinamento pra fazer de meus filhos homens valorosos, pois o mundo está cada dia mais difícil, mas também não vou escondê-los do mundo, nem proibi-los de ter contato, não somos melhores do que ninguém e temos que deixá-los entender o que é certo e errado.
Como meu marido, saiu da graça, não é batizado ainda, mas cresceu na graça, era músico, e desviou, nos conhecemos em uma balada, então, ele teve que ir para o mundo para me buscar, permissão de Deus. Hoje estamos casados há 5 anos, um filho de 4 anos e outro de 1 ano e 10 meses.
Será que se ele tivesse sido proibido, não que tivesse sido permitivo, ele foi rebelde digamos assim, teríamos nos encontrado, creio que sim porque Deus quis assim, mas ele desviou e hoje sou batizada e ele não. E creio que Deus fará uma obra na nossa vida.

Deus abençoe a todos

Cristão CCB disse...

Querida Celina, a paz de Deus!

Não te aflijas, eu disse que penso que a responsabilidade de educar as crianças, social/espiritualmente, não é só dos cooperadores/professores, mas principalmente dos pais, isto não significa que seus filhos não devem frequentar a escola ou desprezar aquilo que é ensinado na igreja, por exemplo, para maior aprendizagem do conteúdo passado na escola, pelos professores às crianças, é importante que os pais acompanhem e ajudem seus filhos nas lições de casa, pois, assim, os próprios pais conseguem identificar e mitigar dúvidas. Do mesmo modo, é importante que os pais acompanhem o que seus filhos aprendem na igreja, ver se eles estão entendendo direito aquilo que é ensinado, você pode e deve estimular que eles leiam a Bíblia, e até mesmo ler com eles, existem Bíblias infantis com ilustrações coloridas que prendem a atenção, eles aprendem brincando... você pode auxiliar eles a decorar seus recitativos ou simplesmente perguntar qual foi palavra mandada no cultinho.

Existem duas formas de você obter mais conhecimento das coisas que são do alto, uma delas é lendo a Bíblia pedindo a guia de Deus e a outra é frequentando a igreja. Fique em paz, Deus te guiará a fazer o que for de melhor para seus filhos, sabe aquela história de que mãe sabe o que diz???? Pois é, é a pura verdade.

Deus te abençoe!

Regina Farias disse...

Sabe, Mário...

Eu, como cristã responsável e profissional na área de ensino, mãe de 4 rapazes, convivendo de forma saudável com 4 noras super jovens e avó de dois netos, uma menina de 5 e um menino de 2, vejo assim:

Qualquer tipo de ensinamento no âmbito moral, ético e espiritual deve ser feito pelos pais, principalmente com as próprias atitudes.

Entretanto, o que vemos acontecer cada vez mais é que eles próprios delegaram essa responsabilidade às escolas e líderes religiosos, ou porque é mais cômodo pra eles, ou porque eles não têm tempo, ou porque eles não têm formação nenhuma, ou porque eles acham que é o certo.

Enfim, são muitos os motivos perigosos e equivocados que levam pais a entregarem a educação básica dos seus filhos a pessoas que nunca tiveram filhos e sem qualquer experiência de vida.

Claro que eu não me refiro a esta ou aquela denominação pois até mesmo em uma mesma denominação, cada comunidade cristã tem suas especificidades. Estou generalizando mas principalmente com base no que tenho visto "in loco" e me deixado estarrecida, confesso.

Tem até um texto em meu blog sobre isso:

http://reginafarias.blogspot.com/2010/04/o-que-voce-vai-ser-quando-voce-crescer.html

Enfim, gosto de textos assim como este acima que nos levam a PENSAR e estabelecer um senso crítico e consequentes critérios justos, lúcidos, coerentes. Pra mim, isso é vida cristã.

Deus te abençõe mais e mais!

R.

Anônimo disse...

Irmão Mário:
Gostei do assunto. Eu serví a Deus durante toda a minha mocidade, praticamente sozinho em minha casa. Ninguém me forçava a nada, mas eu sabeia bem o que podia e o que não podia fazer. A questão de ir ao cinema, era difícil, pois, na escola as vezes tinhamos que opinar ou saber sobre determinados filmes da época e eu ficava boiando porque achava que ir ao cinema era pecado. Um dia fui assistir um filme sobre Paixão de Cristo e quando saí do cinema, olhei para todos os lados para ver se não havia ninguém me expiando. Sai em disparada e virei o primeiro quarteirão para ninguém me ver. Isso é triste. Se estamos na Graça de Deus, nada tem que ser assim, os irmãos deveriam estar mais preparados para informarem o que é certo ou o que é errado para a mocidade. Todas as coisas me são lícitas, porém, nem todas me convém, não é mesmo?

Anônimo disse...

jesus disse não peçais para tirar vos do mundo mas livrai vos do mal onde esta o mal no mundo ou em nos mesmo porque nosso maior inimigo e a nossa carne porque o pecado e a vontade de fazer não faz para agradar homens e não a Deus eu aprendi que tudo perece pelo uso e costumes dos homens e os porque so existe na ccb

emerson_violino disse...

Isso são ensinamentos. Não é proibido ir à praia, ao cinema ou ao circo. Ensinamentos são conselhos que irmãos mais velhos dão para que as pessoas não caiam em tentação.

Não é porque você vai a uma balada que você vai pro inferno. Mas você pode não resistir às tentações e acabar pecando lá. Essa é a verdade.

Se você se garante que não vai cair, tudo bem, mas quem vai se garantir?

mille disse...

Bom, eu entendo perfeitamente o irmão, eu não sou a favor da proibição ao extremo! pois quanto mais é proibido mais é convidativo, creio que Deus fará a obra sim referente a costumes mundanos, mas tudo que é em excesso sobra. Acredito que a CCB é uma benção mas são mt proibidores e julgam coisa que Deus não permite é julgar o próximo. Nasci e cresci na CCB por tradição da minha familia pois são todos de lá, mas não me batizei pois meus pais não me obrigaram e eu acreditava sempre que se isso acontecesse seria por que Deus tocou no meu coração, hoje ja crescida estou frequentando outra denominação onde me sinto mt bem, Deus flaa comigo, e eu cheguei a acreditar que não iria ser abençoada por ter saido da CCB como se estivesse traindo Deus! Coisas que acreditava desde pequena por que ouvia meus pais e todos os outros falando, acreditava que só existe Deus na CCB e que por estar frequentando outro ministerio seria incorreta o resto da vida! Somente quando estava fora que percebi que certos exageros não são nescessarios, pois hoje vivo na precensa de Deus cada vez mais, sou feliz não sou poribida de nada porém não tenho vontade de fazer nada que não convem! Se Deus fosse o carrasco que dizem não faça isso se não irá pro inferno, todos nós ja seriamos condenados! Ngm subiria pois uma vida santificada ainda não seria o suficiente para subirmos aos céus, por mais que sejamos bons nunca seria o suficiente, pois somente Deus é Santo, somente ele pode julgar, e somente ele pode salvar e tirar todo costume errado que possamos ter. Se a graça de Deus lhe basta não sentirá vontade de fazer coisas que não convém mas também se fechar numa bolha não é o correto, afinal Deus morreu na cruz para que tenhamos vida em abundância, na precensa Dele sempre! busque a palavra de Deus acredite Deus vai te ajudar sempre que precisar

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