domingo, 27 de junho de 2010

A Bíblia e o celular

4 comentários
Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?

E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?

E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?

E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no escritório...?

E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?

E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?

E se a déssemos de presente às crianças?

E se a usássemos quando viajamos?

E se lançássemos mão dela em caso de emergência?

Mais uma coisa: Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela 'pega' em qualquer lugar. Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda vida.

'Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto' (Is 55:6)

4 comentários:

Regina Farias disse...

Realmente...

O mundo seria beeeeem melhor.

Sem falar que não haveria "tilti" rss

Gostei!

E os meus votos são para que Deus continue te abençoando,

R.

Maria Simone disse...

Irmão Mário, não dá para comparar. A comparação fica desleal. A biblia é como o sangue que corre nas veias. A biblia é vida... Se nós por um descuido qualquer nos esquecermos de algum de seus preceitos e vacilarmos, nada poderá consertar o estrago, caso seja batizado na Cristã do Brasil. Nas outras igrejas eu lhe garanto haverá conserto.
O celular é material descartável, apesar de sua tecnologia, avançada. Quebrou, poderemos comprar outro... mais bonito ou melhor.
Quanto aos créditos, teremos enquanto formos fiéis a Deus, obedecendo-o e ficando debaixo de sua potente mão. Quando o homem batizado na Congregação Cristã, embaraça-se em qualquer negócio desta vida, perde os seus créditos. Porque Jesus Cristo, morreu para que nós pudéssemos ter acesso livre, ao céu, mas convêm a nós observarmos os seus preceitos.
Não é de qualquer maneira que se consegue chegar aos céus. òbvio, que todo aquele que se humilha e reconhece os seus erros e deixa-os alcança perdão.
O evangelho devemos guardar em nosso coração e usarmos, como Jesus Cristo fez, na tentação - enquanto o adversário o desafiava a pecar ele lançava mão daquilo que havia guardado zelosamente.
Como diz à biblia, o meu povo é especial, zeloso e de boas obras. Todo o que guarda à palavra, não fica embaraçado.
Também o apóstolo nos aconselhou sabiamente: guarda o que tens para que ninguém roube a tua coroa.

Celina disse...

APDD
minha bíblia anda na minha bolsa onde vou, alguma vez ou outra que esqueço pelas crianças terem tirado da bolsa, me sinto mal, como se faltasse algo mesmo!
Não digo que a todo momento a leio, mas tento.
Não só a biblia está comigo, como meu hinário e meu véu!
Aprendi isso uma vez que um irmão pregou em um culto, dizendo que a biblia era a arma do crente !
Já conheci gente que foi assaltado na porta de casa, levaram seu carro, quando o ladrão mecheu no porta luvas do carro e viu hinario e biblia, devolveu o carro na porta da casa da pessoa. Isso é verdade ouvi da boca de quem aconteceu!

Cristão CCB disse...

Paz com todos(as)!

Primeiramente obrigado por visitar o blog e comentar.

Regina, estou devendo uma visita no seu blog, mas estou retomando a rotina agora, nossa nem os emails tava vendo, a caixa está lotada.

Celina, é isso mesmo, a Bíblia é a arma do crente, aqui na minha cidade saiu no jornal o caso de uma irmã que enquanto o assaltante apontava a arma a ela e sua filha ela vestiu o véu e caiu começou a orar a Deus, o ladrão disparou diversas vezes, mas o Senhor que abriu o mar para seu povo não permitiu que saisse uma só bala.

Outra vez, aqui no meu bairro, invadiram a casa de uns irmãos e estavam roubando a moto do seu filho, quando viram a serva de Deus com cabelos compridos o ladrão perguntou se ela era crente, ela disse que sim, ele falou pode ficar em paz então, não queremos nada do que é seu.

Nosso Deus tudo pode, mas é bom não reagirmos a assaltos.

Fraterno abraço,

Mario

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