quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A história do Movimento Pentecostal e o contato com Willian H. Durham

9 comentários
Copiado do Blog Centenário CCB
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Por Daniel
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O irmão ancião Louis Francescon manteve contato com o movimento pentecostal americano iniciado em Los Angeles, e, em uma reunião deste movimento em Chicago, Francescon tem sua experiência com o falar em novas línguas. Iniciando assim um novo capítulo na história das igrejas italianas dos Estados Unidos: O Movimento Pentecostal Ítalo-Americano.


Para compreendemos este assunto temos que nos reportar ao começo do século passado, quando houve o início do Movimento, do qual nós descendemos, mesmo que indiretamente.

Vejamos:

O início do avivamento começou com o ministério do Charles Fox Parham. Em 1898 Parham abriu um ministério, incluindo uma escola Bíblica, na cidade de Topeka, Kansas. Depois de estudar o livro de Atos, os alunos da escola começaram buscar o batismo no Espírito Santo, e, no dia 1° de janeiro de 1901, uma aluna, Agnes Ozman, recebeu o batismo, com a manifestação do dom de falar em línguas estranhas. Nos dias seguintes, outros alunos, e o próprio Parham, também receberam a experiência e falaram em línguas.
Charles Fox Parham


Nesta época, as igrejas Holiness ("Santidade"), descendentes da Igreja Metodista, ensinaram que o batismo no Espírito Santo, a chamada "segunda benção", signficava uma santificação, e não uma experiência de capacitação de poder sobrenatural. Os dons do Espírito Santo, tais como falar em línguas estranhas, não fizeram parte da sua teologia do batismo no Espírito. A mensagem do Parham, porém, foi que o batísmo no Espírito Santo deve ser acompanhado com o sinal miraculoso de falar em línguas.

Parham, com seu pequeno grupo de alunos e obreiros, começou pregar sobre o batismo no Espírito Santo, e também iniciou um jornal chamado "The Apostolic Faith" (A Fé Apostólica). Em Janeiro de 1906 ele abriu uma outra escola Bíblica na cidade de Houstan, Texas.
Um dos alunos esta escola foi o William Seymour. Nascido em 1870, filho de ex-escravos, Seymour estava pastoreando uma pequena igreja Holiness na cidade, e já estava orando cinco horas por dia para poder receber a plentitude do Espírito Santo na sua vida.


William Seymour


Seymour enfrentou as leis de segregação racial da época para poder frequentar a escola. Ele não foi autorizado ficar na sala de aula com alunos brancos, sendo obrigado a assistir as aulas do corredor. Seymour também não pude orar nem receber oração com os outros alunos, e consequentamente, não recebeu o batismo no Espírito Santo na escola, mesmo concordando com a mensagem.

Uma pequena congregação Holiness da cidade de Los Angeles ouviu sobre Seymour e o chamou para ministrar na sua igreja. Mas quando ele chegou e pregou sobre o batismo no Espírito Santo e o dom de línguas, Seymour logo foi excluído daquela congregação.

Sozinho na cidade de Los Angeles, sem sustento financeiro nem a passagem para poder voltar para Houston, Seymour foi hospedado por Edward Lee, um membro daquela igreja, e mais tarde, por Richard Asberry. Seymour ficou em oração, aumentando seu tempo diário de oração para sete horas por dia, pedindo que Deus o desse "aquilo que Parham pregou, o verdadeiro Espírito Santo e fogo, com línguas e o amor e o poder de Deus, como os apóstolos tiveram."

Uma reunião de oração começou na casa da família Asbery, na Rua Bonnie Brae, número 214. O grupo levantou uma oferta para poder trazer Lucy Farrow, amiga de Seymour que já tinha recebdo o batismo no Espírito Santo, da cidade de Houston. Quando ela chegou, Farrow orou para Edward Lee, que caiu no chão e começou falar em línguas estranhas.

Naquela mesma noite, 9 de abril de 1906, o poder do Espírito Santo caiu na reunião de oração na Rua Bonnie Brae, e a maioria das pessoas presentes começaram falar em línguas. Jennie Moore, que mais tarde se casou com William Seymour, começou cantar e tocar o piano, apesar de nunca tiver aprendido a tocar.

A partir dessa noite, a casa na Rua Bonnie ficou lotado com pessoas buscando o batismo no Espírito Santo. Dentro de poucos dias, o próprio Seymour também recebeu o batismo e o dom de línguas.

Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brae disse:

Eles gritaram durante três dias e três noites. Era Páscoa. As pessoas vieram de todosos lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entraram, elas cairam debaixo do poder de Deus; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederam, mas ninguém foi ferido. Durante esses três dias havia muitas pessoas que receberam o batismo. Os doentes foram curados e os pecadores foram salvos assim que eles entraram.

Sabendo que a casa na Rua Bonnie Brase estava ficando pequena demais para as multidões, Seymour e os outros procuravam um lugar para se reunir. Eles acharam um prédio, na Rua Asusa, número 312, que tinha sido uma igreja Metodista Episcopal mas, depois de ser danificado num incêndio, foi utilizado como estábulo e depósito. Depois de tirar os escombros, e construir um púlpito de duas caixas de madeira e bancos de tábuas, o primeiro culto foi realizado na Rua Asusa no dia 14 de abril de 1906.

Muitos cristãos na cidade de Los Angeles e cidades vizinhas já estavam esperando por um avivamento. Frank Bartleman e outros estiveram pregando e intercedendo por um avivamento como aquilo que Deus estava derramando sobre o país de Gales.

Num folheto escrito em novembro de 1905, Barteman escreveu:

A correnteza do avivamento está passando pela nossa porta... O espírito de avivamento está chegando, dirigido pelo sopro de Deus, o Espírito Santo. As nuvens estão se juntando rapidamente, carregadas com uma poderosa chuva, cuja precipitação demorará apenas um pouco mais.

Heróis se levantarão da poeira da obscuridade e das circunstâncias desprezadas, cujos nomes serão escritos nas páginas eternas da fama Celestial. O Espírito está pairando novamente sobre a nossa terra, como no amanhecer da criação, e o decreto de Deus saía: "Haja luz"...
Mais uma vez o vento do avivamento está soprando ao redor do mundo. Quem está disposto a pagar o preço e responder ao chamado para que, em nosso tempo, nós possamos viver dias de visitação Divina?

O pastor da Primeira Igreja Batista, Joseph Smale, visitou o avivamento em Gales, e reuniões de avivamento continuavam para alguns meses na sua igreja, até que ele foi demetido pela liderança. Bartleman escreveu e recebeu cartas de Evan Roberts, o líder do avivamento de Gales. Mas o avivamento começou com o pequeno grupo de oração dirigido por Seymour.

Depois de visitar a reunião na Rua Bonnie Brae, Bartleman escreveu:

Havia um espírito geral de humildade manifesto na reunião. Eles estavam apaixandos por Deus. Evidentemente o Senhor tinha achado a pequena companhia, ao lado de fora como sempre, através de quem Ele poderia operar. Não havia uma missão no país onde isso poderia ser feito.
Todas estavam nas mãos de homens.

O Espírito não pôde operar. Outros mais pretensiosos tinham falhados. Aquilo que é estimado por homem foi passado mais uma vez e o Espírito nasceu novamente num "estábulo" humilde, por fora dos estabelecimentos eclesiásticos como sempre.3Interesse nas reuniões na Rua Azusa aumentou depois do terrível terremoto do dia 18 de abril, que destruiu a cidade vizinha de San Francisco. Duras críticas das reuniões nos jornais da cidade também ajudavam a espalhar a noticia do avivamento.

Como no avivamento de Gales, as reuniões não foram dirigidas de acordo com uma programação, mas foram compostos de oraçãos, testemunhos e cânticos espontâneos. No jornal da missão, também chamado "The Apostolic Faith", temos a seguinte descrição dos cultos:"As reuniões foram transferidas para a Rua Azusa, e desde então as multidões estão vindo.

As reuniões começam por volta das 10 horas da manhã, e mal conseguem terminar antes das 20 ou 22 horas, e às vezes vão até às 2 ou 3 horas da madrugada, porque muitos estão buscando e outros estão caídos no poder de Deus. As pessoas estão buscando no altar três vezes por dia, e fileiras e mais fileiras de cadeiras precisam ser esvaziadas e ocupadas com os que estão buscando. Não podemos dizer quantas pessoas têm sido salvas, e santificadas, e batizadas com o Espírito Santo, e curadas de todos os tipos de enfermidade. Muitos estão falando em novas línguas e alguns estão indo para campos missionários com o dom de línguas. Estamos buscando mais do poder de Deus."




Frank Bartleman também escreveu sobre os cultos na Rua Azusa:O irmão Seymour normalmente se sentou atrás de duas caixas de sapato vazias, uma em cima da outra. Ele acustumava manter sua cabeça dentro da caixa de cima durante a reunião, em oração. Não havia nenhum orgulho lá. Os cultos continuavam quase sem parar. Almas sedentas poderiam ser encontradas debaixo do poder quase qualquer hora, da noite ou do dia.

O lugar nunca estava fechado nem vazio. As pessoas vieram para conhecer Deus. Ele sempre estava lá. Conseqüentemente, foi uma reunião contínua. A reunião não dependeu do líder humano.

Naquele velho prédio, com suas vigas baixas e chão de barro, Deus despedaçou homens e mulheres fortes, e os juntou novamente, para a Sua glória. Era um processo tremendo de revisão. O orgulho e a auto-asserção, o ego e a auto-estima, não podiam sobreviver lá. O ego religioso pregou seu próprio sermão funerário rapidamente.

Nenhum assunto ou sermão foi anunciado de antemão, e não houve nenhum pregador especial por tal hora. Ninguém soube o que poderia acontecer, o que Deus faria. Tudo foi espontâneo, ordenado pelo Espírito. Nós quisemos ouvir de Deus, através de qualquer um que Ele poderia usar para falar. Nós tivemos nenhum "respeito das pessoas." O rico e educado foi igual ao pobre e ignorante, e encontrou uma morte muito mais difícil para morrer. Nós reconhecemos somente a Deus. Todos foram iguais.

Nenhuma carne poderia se gloriar na presença dEle. Ele não pôde usar o opiniático. Essas foram reuniões do Espírito Santo, conduzidas por Deus. Teve que começar num ambiente pobre, para manter o elemento egoísta, humano, ao lado de fora. Todos entraram juntos em humildade, aos pés dEle.

Notícias sobre as reuniões na Rua Azusa começaram a se espalhar, e multidões vierem para poder experimentar aquilo que estava acontecendo. Além daqueles que vierem dos Estados Unidos e da Canadá, missionários em outros páises ouvirem sobre o avivamento e visitavam a humilde missão. A mensagem, e a experiência, "Pentecostal" foi levada para as nações. Novas missões e igrejas Pentecostais foram estabelecidas, e algumas denominações Holiness se tornaram igrejas Pentecostais. Em apenas dois anos, o movemento foi estabelecido em 50 nações e em todas as cidades nos Estados Unidos com mais de três mil habitantes.

A influência da missão da Rua Azusa começou a diminuir à medida que outras missões e igrejas abraçaram a mensagem e a experiência do batismo do Espírito Santo. Uma visita de Charles Parham à missão, em outubro de 1906, resultou em divisão e o estabelecimento de uma missão rival. Parham não se conformava com a integração racial do movimento, e criticou as manifestações que ele viu nas reuniões.

Em setembro de 1906 a Missão da Rua Azusa lançou o jornal "The Apostolic Faith", que foi muito usado para espalhar a mensagem Pentecostal, e continuou até maio de 1908, quando a mala direta do jornal foi indevidamente transferida para a cidade de Portland, assim efetivamente isolando a missão de seus mantenadores.

O avivamento da Rua Azusa durou apenas três anos, mas foi instrumental na criação do movimento Pentecostal, que é o maior segmento da igreja evangélica hoje. William H. Durham(é possível encontrar este nome no livreto que a CCB distibui com o testemunho de Luigi Francescon)recebeu seu batismo no Espírito Santo em Azusa, formando missionários na sua igreja em Chicago, como E. N. Bell (fundador da Assembleia de Deus dos EUA), Daniel Burg (fundador da Assembleia de Deus no Brasil) e Luigi Francescon (fundador da Congregação Cristã no Brasil).


Fonte:1. Fire on the Earth por Eddie Hyatt2. The Topeka Outpouring of 1901 por Larry Martin3. Azusa Street por Frank Bartleman4. Jornal The Apostolic Faith da Missão Azusa5. The Fire That Could Not Die por Rick Joyner6. Azusa Street & Beyond por Grant McClung

Por :http://www.avivamentoja.com/pmwiki.php?n=Passado.Azusa Via: ExamineTudo


9 comentários:

Naylla disse...

Texto muito bom!
Parabéns pelas pesquisas que você e os irmãos tem feito para o blog dos cem anos da CCB.

Deus abençoe!

Anônimo disse...

Porque o movimento da Rua Azuza durou apenas três anos. E porque exitem rivalidades de denominações como CCB e Assembléia de Deus, visto que ambas foram unidas no passado e surgiram do mesmo movimento? Fica aqui a pergunta!!!
Se alguém souber responder eu agradeço.

Cristão CCB disse...

Do movimento da Rua Azuza, surgiram diversas denominações pentecostais em todo o mundo, não diria que o pentecostalismo iniciado na rua Azuza durou apenas 3 anos, mas que tomou uma grande dimensão e perdura até os dias de hoje, é verdade mudou a cara, pois, inevitavelmente acabou assimilando alguns aspectos culturais de cada país onde passou a ser praticado, parte dessas "mudanças" também se deve ao amadurecimento dos crentes e instituições.

Quanto a rivalidade entre denominações que tiveram origem no mesmo movimento, isto acontece por diversos fatores, inclusive ignorância e soberba de todas as partes, com a institucionalização do pentecostalismo ele acabou sendo transformado em religião, a graça ajunta, mas a religião separa.

Deus abençoe!

Anônimo disse...

Cristão da AD
A DIVERSIDADE SEMPRE EXISTIU E EXISTIRÁ, POIS SOMENTE NO REINO ESPIRITUAL( DE DEUS) POSIÇÕES DIFERENTES CAMINHA PARA UMA CENTRALIDADE QUE É JESUS. Denominações distintas, concepções diferentes, mas não deixamos de ser irmãos, não deixaremos de seguir a essência que é Jesus. Portanto, infelizmente existem muitos imaturos brigando por placa de igreja, no céu não exista placa de congregação. Só terá acesso aquele lugar, que for lavado e enxaguado no sangue do cordeiro. Não temos tempo para discutir, mas devemos alertar a humanidade que Jesus esta voltando e vem buscar um povo santo!!!!

Anônimo disse...

EXISTE RIVALIDADE PORQUE A DIVERGENCIAS DOUTRINARIAS DE AMBAS IGREJAS(CCB E AD)AMBAS TEM UM CRESCIMENTO BEM INTENSO,MAS A CONGREGAÇÃO POR SER A MÃE DO PENTECOSTALISMO NO BRASIL SE ACHA SUPERIOR AS OUTRAS DENOMINAÇÕES,ALGO QUE INTRIGA MUITO OS PESQUISADORES É A EFICACIA DA SUA DOUTRINA,PASSOU SE 100ANOS E SUA ~CONDUTA NÃO FOI ABALADA,SEUS FIÉIS CONTINUAM COMO ERAM NO PASSADO CONSERVADORES,JA A ASSEMBLÉIA NÃO VIVE DO QUE ELA PREGA,SEUS FIÉIS ESTÃO SE DESVIANDO,E COMEÇANDO A SE CONTAMINAR COM AS COISAS MUNDANAS,MUITOS DIRIGENTES HJ ENTRAM EM CONTRDIÇÃO COM O QUE FOI PREGADO NO PASSADO,COISA QUE NÃO ACONTECE NA CONGREGAÇÃO NO BRASIL,QUE HJ EM 2010 TEM SEGUNDO O IBGE E FONTES PRÓPRIAS 5,5MILHÕES DE FIÉIS,20MIL TEMPLOS PRÓPRIOS E A MAIOR OSQUESTRA DO MUNDO.E UM POVO ZELOSO E DE BOAS OBRAS.
A PAZ DE DEUS A TODOS

Denilson disse...

Olá querido, quero parabenizá-lo pelo blog, confesso que,às vezes, tenho certa aversão por alguns irmãos da Congregação pelo individualismo. Sei que nem todos são assim, você é uma prova viva de alguém fudamentado na palavra de Deus e não de homens(isto faz nascer doutrinas humanas).
Gostaria de indicar esses vídeos sobre a Rua Azuza e o Avivamento Pentecostal:
http://www.dignow.org/post/v%C3%ADdeo-o-avivamento-da-rua-azuza-933558-86358.html
Também gostaria de sugerir que escrevesse sobre o cumprimento ¨"a paz de Deus", pois muitos irmãos da Congregação acham que é errado saudar com a paz do Senhor, segundo alguns, que afirmam que não saudam assim porque há vários senhores, porém a palavra diz:- Há um só Senhor, Jesus Cristo (I Cor. 8:6)!
Grande abraço!

ser lindo é fodis disse...

SE VC TIVER UM BOM BOM CONHECIMENTO SOBRE A LINGUA PORTUGUESA ENTENDERÁ PQ A PAZ DE DEUS,E SE LER AS ESCRITURAS,SÓ LER AS CARTAS E VERÁS,A PAZ DA PARTE DE DE DEUS E DE JESUS,MAS EM SOMENTE UM LUGAR FALA 'A PAZ DE DEUS',E TBM QUERIA SABER PQ,QUANDO JESUS RESSUCITOU E CHEGOU A CASA ONDE OS APÓSTOLOS SE ENCONTRAVAM DISSE A PAZ SEJA CONVOSSCO,ELES RESPONDERAM A 'AMEM'.E A AD,PAZ DO SENHOR...PAZ DO SENHOR?EU MANDO E VC NAUM SELA,DEVOLVER????DIFICIL ENTENDER HEM

Silvio CCB disse...

No fim vira tudo conformismo( formalismo )pq dependendo so sotaque local há distorções,acaba-se assim, APASDEUSSSS ou PASSSDEUZZZZ OU PAIZDÍDEUSSSS PAIRRDIDEUS OU PAIZSINHÔ ou PAISDUSENHOR ou PAIZDUSNHÔRESUIS ou PASSENHÔ,é até engraçado né,quando além de não ser difícil é simples assim A Paz de Deus ou A Paz do Senhor Jesus e sela-se AMÉM é o certo eu acho .

Mario disse...

http://www.blogdomario.com/2011/09/paz-de-deus-ou-do-senhor.html

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