sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Sejamos crianças

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“Lançando mão de uma criança, colocou-a no meio deles. Tomando-a nos braços, disse-lhes: Qualquer que, em meu nome, receber uma criança como esta, recebe a mim; e qualquer que me receber não recebe a mim, mas ao que me enviou” Marcos 9:36-37.
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Quanta riqueza contida num único versículo, conseqüentemente quanta sabedoria podemos extrair dele.
Muitas vezes nem percebemos, mas os irmãos(ãs) com cabeça branca quando testemunham nas congregações e se assumem como seres que embora avançados em idade aindam engatinham na fé, acabam nos ensinando as mesmas coisas que Jesus ensinou nestes versículos acima.
Com uma criança em seu colo ao Jesus dizer que maior no Reino dos Céus são aqueles que o recebem como uma criança, Ele nos ensina que devemos fazer exatamente como as crianças, que sempre têm a mente aberta e disposição para aprender coisas novas.
Isto é necessário porque com a mente aberta conseguimos aceitar facilmente o Evangelho que nos faz abandonar as praticas do velho homem transgressor e nos convida a uma nova vida junto de Jesus Cristo.
Do mesmo modo sendo como crianças, somos livres dos preconceitos, não se importando se aquele amiguinho está sujo, se ele é pobre ou se está com as calças rasgadas e os pés descalços, para uma criança o que mais importa não são os espelhos que refletem a imagem de si mesmas ou de um ser ideal que deve se enquadrar nas rigorosas estruturas já concebidas pelos adultos, o que importa para uma criança é ter o amiguinho por perto pra lhe fazer companhia em suas brincadeiras ou traquinagens.
Sendo como os pequeninos também nos identificamos como seres dependentes de alguém, que é maior e mais sábio que nós, a quem devemos obediência e estamos sujeitos a sua correção, também sabemos que se a correção vêm é porque esse ser maior que nós nos ama grandemente. Para que essa criança continue a viver não podemos deixar de alimentá-la com a Palavra de Deus, pois, só assim teremos uma mente livre de preconceitos que permanecerá receptiva as coisas de Deus, só assim desafiaremos as velhas idéias erradas que estão enraizadas e a rígida estrutura que muitas vezes nos levam a ignorância. A ignorância de um preconceito não é condizente com a inocência de uma criança.

Lutemos com nós mesmos e ensinemos uns aos outros sobre a importância de sermos como crianças, pois, só assim o céu estará cheio de crianças de com idade de 5 e 7 anos. E lembre-se de que sendo crianças somos grandes no reino dos céus e o Senhor se alegra disto.

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